quinta-feira, 31 de maio de 2012

Famosas que enfrentaram/enfrentam a anorexia.

Símbolos de beleza e sucesso também convivem com estes distúrbios A mídia é apontada como uma das grandes causadoras de distúrbios alimentares em jovens por pregar padrões de beleza difíceis de serem seguidos, quase fantasiosos. Porém, as próprias personalidades dos tablóides, jornais, programas televisão, moda e música vêm assumindo que sofrem de anorexia. Conheça os casos de alguns famosos que tiveram estas doenças, como reflexo do próprio meio onde trabalham:


Anahí Portillo: A popstar do RBD ficou doente em 1999, quando deixou de comer devido ao excesso de trabalho que tinha como atriz na novela "Mulheres Enganadas". Em uma de suas declarações sobre o assunto ela disse: "Foram dois anos muito difíceis. A situação só começou a mudar, quando quase perdi a vida. Fui levada ao hospital, de emergência. Meu coração parou por oito segundos. Hoje, voltei a nascer e aprendi a viver com esse problema".
Alanis Morissette: A cantora canadense sofreu de anorexia e bulimia durante cinco anos. Recuperou-se graças às sessões de terapia.
Fiona Apple: Considerada um ícone entre os fãs de música alternativa, a cantora ainda sofre de anorexia e é conhecida por seu perfil muito magro.
Lady Di: A princesa inglesa afirmou ao mundo que sofreu de anorexia e bulimia nos tempos em que era casada com o Príncipe Charles, quando sentia depressão e solidão.
Mary Kate Olsen: a atriz, que é um ícone da cultura teen nos Estados Unidos ao lado de sua irmão gêmea Ashley, passou recentemente seis meses em uma clínica no estado de Utah para se curar da anorexia.
Malt Damon: um dos poucos homens a revelar que sofreu com a doença, perdeu quase 20 quilos, para representar um soldado viciado em heroína, no filme Coragem Sob Fogo. Após as filmagens, precisou submeter-se a uma série de tratamentos. “Lembro de ver Lou Diarmond Philips e pensar, se eu tivesse esse corpo, não tiraria a camisa. Achava que ele era gordo”, contou Damon, em uma entrevista.
Deborah Evelyn: a atriz parou de comer, devido a uma paixão não correspondida que teve na adolescência. Na época, ela sentia-se gorda; chegou a pesar 36 quilos, aos 17 anos. Sua luta durou três anos. Graças aos alertas de sua mãe, que estranhou o emagrecimento acelerado da filha, procurou um terapeuta e conseguiu vencer a doença.
Ana Carolina Reston: a modelo brasileira que ficou conhecida após sua morte decorrente da anorexia. Ana Carolina tinha 21 e veio a falecer em 2006. Ana Carolina, que já havia trabalhado em algumas das principais agências do país, morreu de infecção generalizada após passar mais de um mês internada com insuficiência renal causada pela falta de comida. Ela pesava apenas 40 quilos, muito pouco para os seus 1,72 m de altura.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Israel proíbe modelos abaixo do peso.

Objetivo é combater os distúrbios alimentares; legislação também exige que anunciantes informem se as imagens são alteradas para deixar as pessoas mais magras.


Uma nova lei israelense tenta combater a propagação dos distúrbios alimentares proibindo modelos com peso muito baixo em publicidade local. A legislação aprovada também exige que os anunciantes informem se as imagens são alteradas para tornar as pessoas mais magras. Ao que parece, trata-se da primeira vez em que um governo utiliza a lei contra a indústria da moda, acusada de solapar distúrbios alimentares ao idealizar uma magreza extrema. A lei foi aprovada na última segunda-feira, 19.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Mortes por anorexia no Brasil são tema de artigo no NYT


Em menos de dois meses, quatro jovens garotas morreram de anorexia, em casos de enorme repercussão no Brasil, provocando um debate nacional sobre imagem corporal e distúrbios alimentares. Trata-se de um problema novo no país, e sem dúvida intriga e choca os brasileiros. Acabar com a fome que vitima milhões de pobres no Brasil é, por tradição, uma importante causa política. Logo, a idéia de que há pessoas morrendo de fome de propósito é difícil de ser assimilada pela maioria dos brasileiros.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Dados Numéricos : Anorexia e Bulimia


A anorexia e bulimia nervosa crescem a cada ano, principalmente entre mulheres, particularmente meninas adolescentes, com incidência maior aos 16 anos. Pesquisas norte-americanas revelam que esses transtornos têm nas mulheres 90% de seu alvo. Estão se tornando muito comuns em homens e mulheres em outras idades. Porém, aparece em apenas 5 a 10% nos homens. Muitas vezes esses distúrbios ocorrem em membros de famílias com nível socioeconômico alto e médio e onde há conflitos constantes entre os familiares.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Anorexia e a Mídia


A incessante busca pela perfeição, pelo prazer, pela necessidade de ser magra, a qualquer custo, pode ser um sinal de anorexia. Mesmo magras, as meninas que sofrem de anorexia se sentem gordas e não comem. A Ana, como chamada pelos íntimos, afeta todo o corpo. Cabelo, cérebro, coração, articulações, sangue, músculos, rins, intestino, pele e hormônios. A doença atinge 20% dos adolescentes em todo o mundo.

A maioria dos anoréxicos pertencem às classes medias e altas do Hemisfério Ocidental. Dentre os pacientes que buscam o tratamento da anorexia, 50% se recuperam completamente, 30% têm cura parcial e os outros 20% não respondem ao tratamento. As pressões culturais e sociais criam um clima emocional que predispõe as mulheres ao desenvolvimento de transtornos alimentares. De 5% à 21% das pessoas acometidas por esta doença morrem.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Anorexia e Bulimia


Quantas calorias tem um copo d`água? Estranha pergunta, não? Mas esta é uma dúvida que, muitas vezes, atormenta quem tem algum transtorno alimentar.

Consideradas pela Organização Mundial da Saúde como trastornos mentais e de comportamento, a anorexia e a bulimia são enfermidades que afetam principalmente as mulheres jovens.

Maus Hábitos : Anorexia


O termo anorexia vem do grego, significando falta de apetite. O termo, na verdade, é errôneo, já que a falta de apetite é rara, pois o indivíduo muitas vezes sentem fome, mas procuram negá-la. 

A síndrome foi identificada como entidade clínica em 1868, por Gull e Lasígue, apesar de Ter sido descrita em 1694 por Richard Morton, que relatava um emagrecimento auto-induzido em decorrência de um medo mórbido de ganhar peso.